Fundação : 1637

Altitude : 3 m 

População : 60.997
habitantes

Área Total : 713 km²

Dens. Demográfica :
85,55 hab/km²

CEP : 11680-000

Fundada em 28/10/1637 sob o nome de Vila da Exaltação da Santa Cruz de Ubatuba, foi palco do primeiro tratado de paz no continente americano, a Paz de Iperoig no ano de 1563, entre os portugueses e a Confederação dos Tamoios.

O nome UBATUBA tem origem tupy guarani e significa UBA= canoas ou espécie de cana silvestre, TUBA = muitas.

O município conta com 74 praias, sendo  muitas com acesso apenas por trilhas.

O Centro de Ubatuba, sede do município encontra-se na Praia do Cruzeiro.

 

Em sua área encontram-se as mais belas paisagens naturais. São mais de 70 praias, além de ilhas, cachoeiras e uma floresta exuberante. O Parque Estadual da Serra do Mar no Núcleo Picinguaba e o Parque Estadual da Ilha Anchieta colaboram na preservação da rica Mata Atlântica que ainda existe na região.

Ubatuba faz divisa ao norte com a cidade histórica de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, ao sul com Caraguatatuba (SP)e a oeste com o Vale do Paraíba.  

 

HISTÓRIA DE UBATUBA

     Ubatuba, muito conhecida por suas belezas naturais, também foi palco de momentos marcantes da história brasileira.

     Hans Staden, Manoel da Nóbrega, José de Anchieta, Cunhambebe, Aimberê ...
     Todos protagonistas de grande momento épico de nossa história.Os índios Tupinambás foram os primeiros habitantes da região de UBATUBA.
     Eram excelentes canoeiros e viviam em paz com os índios do planalto até a chegada dos portugueses e franceses, que tentaram dominá-los, com o intuito de assegurar a posse da terra.

     Os Tupinambás e Tupiniquins se organizaram formando a "Confederação dos Tamoios" (Tamoios é uma  palavra  de  língua  falada  pelos  Tupinambás  que  significa  "o dono da Terra",  portanto  a confederação era a união dos índios que eram os verdadeiros donos da terra), e passaram a enfrentar os portugueses. Os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega chegaram à região com a missão de pacificá-los. Na ocasião, Anchieta tornou-se prisioneiro dos mesmos, permanecendo aqui por quatro meses.

     Enquanto isso, o padre Manoel da Nóbrega voltava a São Vicente para finalizar o tratado denominado "Paz de Iperoig", que seria firmado em 14 de setembro de 1563. Foi nessa época que Anchieta escreveu o Poema à Virgem na praia de Iperoig, constituído de 5.732 versos.
     Passados alguns anos, o governador-geral do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, tornou providências para colonizar a região, tendo enviado os primeiros moradores para garantir a posse da terra para a Coroa Portuguesa. O povoado conseguiu sua emancipação político-administrativa e foi elevado à categoria de vila em 28/10/1637, com o nome de Vila Nova da Exaltação da Santa Cruz do Salvador de Ubatuba, tendo como fundador Jordão Albernaz Homem da Costa.
     Os povoadores se instalaram ao longo da costa, utilizando o mar como meio de transporte. Todavia, com o surgimento da economia do ouro, a região do Litoral Norte se transformou em produtora de aguardente e açúcar para o abastecimento das áreas de Minas Gerais que experimentava um novo surto de progresso. O povoado de Ubatuba deixou de ter apenas a agricultura de subsistência, passando a uma agricultura comercial que incluía, além da aguardente e açúcar, fumo, anil e produção de peixe salgado.
     Em 1787, o presidente da Província de São Paulo, Bernardo José de Moura, decretou que todas as embarcações do litoral seriam obrigadas a se dirigir ao porto de Santos, cujos custos eram mais baixos. A partir dessa pressão do governo, Ubatuba entrou em franca decadência e muitos produtores abandonaram os canaviais, os que ficaram passaram a cultivar apenas o necessário para a subsistência. 
     A situação só melhorou a partir de 1808, com a abertura dos portos, pois a família Real Portuguesa fugindo das tropas napoleônicas, transferiu-se para o Brasil decretando a "Abertura dos Portos às Nações Amigas" em 28 de janeiro de 1808. A medida beneficiou diretamente a então vila. O comércio ganhou impulso com o café, inicialmente sendo cultivado no próprio município e enviado para o Rio de Janeiro. O café se expandiu para todo o Vale do Paraíba e Ubatuba passou a ser o grande porto exportador. A vila passou, em 1855, a categoria de cidade. Novas ruas foram abertas, o urbanismo, no sentido moderno alcançou o município. São criados o cemitério, novas igrejas, um teatro, chafariz com água encanada, mercado municipal e novas construções para abrigar a elite local, dentre as quais a casa nova de Manoel Baltazar da Costa Fortes, hoje sede da Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba- Fundart. Hoje a maioria é lembrada apenas pela presença de ruínas ou pelo nome dado as praias como Lagoinha, Maranduba, Ubatumirim e Picinguaba.
     A vila passa a contar ainda com uma estrada calçada com pedras para sustentar o tráfego de mulas carregadas com mercadorias, estreitando a ligação comercial com Taubaté.
     A construção da ferrovia Santos-Jundiaí à decadência do Vale do Paraíba, que perdeu mercado para a maior produtividade da lavoura de café do Oeste- Paulista (região de Campinas), determinaram o isolamento econômico da região e, em conseqüência, de Ubatuba.
     A tentativa de construir uma ferrovia entre Taubaté e Ubatuba foi vista com muita esperança, sendo importados trilhos da Inglaterra. Porém durante o governo do presidente Floriano Peixoto foi suspensa a garantia de juros sobre o valor do material importado, provocando a falência do Banco Popular de Taubaté e, em conseqüência, da companhia construtora.
     A estrada praticamente desapareceu e o tráfego marítimo foi reduzido a escala de apenas um navio a cada dez dias na linha Santos-Rio de Janeiro.
     Depois de um longo período, após a revolução Constitucionalista de 1932, com o objetivo de integrar a região cujo isolamento ficou patente no conflito, o Governo Estadual promoveu melhorias na rodovia Taubaté-Ubatuba, passando a cidade a contar com uma ligação permanente com o Vale do Paraíba. Aos poucos, a cidade começa a desenvolver a sua vocação turística, recebendo um impulso decisivo nesse setor, em 1972, com a construção da rodovia BR-101, (Rio Santos).

UBATUBA

Nona cidade a fundada no Estado de São Paulo, em 1637, com um nome cheio de significados: em tupi pode ser flechal, canavavial bravo, baia rasa ou lugar das canoas.

Foi cenário de um dos mais importantes relatos do período pré-colonial, o do artilheiro alemão Hans Staden no livro "Duas viagens ao Brasil", quando ficou prisioneiro dos índios por vários meses. Os Tupinambás, habitantes originais da região, deram sua contribuição para o rico legado cultural da cidade. Viviam em paz com os vizinhos de São Vicente, os Tupiniquins, até a chegada dos exploradores franceses e portugueses, em busca de mão-de-obra escrava. Incitados pelos europeus, as duas tribos passaram a guerrear. Mas logo se rebelaram contra o inimigo comum, formando a "Confederação dos Tamoios", ou na linguagem da tribo, dos "mais antigos da terra", liderada pelo famoso cacique Cunhambebe.

A região conhecida como "Aldeia de Iperoig", foi o destino dos jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Ancheita, que partiram de
São Vicente para abafar o conflito
da Confederação dos Tamoios.
Anchieta acabou refém das tribos,
desconfiadas das verdadeiras
intenções portuguesas.

Dizem os historiadores que, nesta
ocasião, Anchieta quando cativo,
levitou, enquanto escrevia o seu
célebre "Poema à Virgem".
Foi durante o período em que
ele ficou como refém dos índios,
enquanto se negociava a paz.

Entre seus principais atrativos
turísticos, destacam-se além das
praias, prédios de interesse
histórico:

 

 

 

 


Igreja da Matriz (1866)
Igreja exaltação à Stª Cruz - construida na metade do século XVIII e inaugurada em 1866.
Com a decadência do ciclo do café, uma de suas torres ficou sem terminar.

 


Cadeia Velha (1902) - prédio mais antigo de Ubatuba

 


Praia do Cruzeiro
Local onde o Padre Anchieta escreveu o "Poema à Virgem". Neste local encontra-se também a Cruz da Paz de Iperoig, primeiro tratado de Paz firmado no Brasil entre os portugueses e os tamoios (14/09/1563)

 

- Sobrado do Porto (1846) - atualmente Museu Regional (Fundart)

- Paço Municipal

- Museu Caiçara

 

A cidade do Trópico de Capricórnio
Ubatuba, única cidade do litoral brasileiro cortada pelo Trópico de Capricórnio, oferece o cenário de mais de 80 praias ao longo de seus 100 km de costas, além de inúmeras ilhas. Rodeada pela Serra do Mar que dentro da Mata Atlântica, abriga cachoeiras belíssimas.

 

HINO DE UBATUBA

 

UBATUBA, SIM!
 UBATUBA, Sim, Sim, Sim!
ela tem lindas praias de areia dourada!
Ubatuba, sim, sim, sim!
Viver no Perequê, no Itaguá, na Enseada!
Ubatuba, sim, sim, sim!
Horizontes de mar e de montes sem fim
seu céu estrelado
de azul anilado
suas matas, seus rios,
seu Povo abençoado!
Eu amo Ubatuba
assim como ela é
sozinha, isolada,
Só com sua Fé.
Conquanto ela suba
ao progresso que vem,
que fique guardada
com tudo quanto tem!
UBATUBA, sim, sim, sim!
ela tem lindas praias de areia dourada!
Ubatuba, sim, sim, sim!
Da PICINGUABA extrema até a MARANDUBA
Ubatuba, sim, sim, sim!
Horizontes de mar e de montes sem fim
E o céu estrelado
De azul anilado
Da "TERRA ENCANTADA"
que a nossa alma derruba!

BANDEIRA E BRASÃO DE UBATUBA

 

 

Fonte de pesquisa: http://www.ubatuba.com.br
E colaboração do leitor: Mário Rodrigues de Curitiba

 

 




Buscar no Ubatuba Praia Grande Buscar em WWW

Venha para o paraíso!
À Deus cabe toda honra e glória desta conquista!
© 2003/2004 Copyright Cantinho da Zi - Todos os direitos reservados
Web Designer

Aluga-se Apartamento Para Temporada
Condomínio Edifício San Marino

"Cantinho da Zi"
Rua Anhangüera, 176 - apto. 12 - Bloco A
Jardim Anchieta, Praia Grande, Ubatuba, São Paulo


LIGUE AGORA E FAÇA SUA RESERVA
Diariamente até às 21:00 hrs

Tel.: (11) 5031-6221
Fax.: (11) 5071-8536
ubatubapraiagrande@yahoo.com.br

Ou preencha o formulário
"Fale Conosco"

 

 

subir